DNA Guinle

A trajetória vitoriosa da família Guinle no Rio de Janeiro começou com a abertura de uma loja de tecidos no Centro.

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Ana Clara Guinle e a obra Estampa de abraço (Fonte)

A trajetória vitoriosa da família Guinle no Rio de Janeiro começou com a abertura de uma loja de tecidos no Centro, a Aux Tuileries. Junto com o sócio Cândido Gaffrée, Eduardo Palassim e Guilhermina Guinle iniciaram sua ascensão econômica e social vendendo artigos para roupas de luxo. Conforme conto em Os Guinle, só mais tarde eles diversificariam seus investimentos, com destaque para a construção do porto de Santos (SP).

Ainda hoje diferentes gerações do clã seguem, fiéis, o espírito da Aux Tuileries. Descendente do Eduardo Guinle da segunda geração, a jovem artista Ana Clara Guinle participou da exposição Tempo, no Centro de Arte Hélio Oiticica — dentro da V Bienal da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, realizada este ano —, com a obra Estampa de abraço. O trabalho, uma instalação, eterniza o vestido de uma de suas avós, dona Isabel (que não é da família Guinle).

O maior herdeiro do espírito da Aux Tuileries é, no entanto, Eduardo Guinle, do mesmo ramo de Ana Clara, mas da quarta geração. Dono de uma sofisticadíssima grife de roupas e acessórios masculinos, Eduardo é um Guinle da melhor cepa: charmoso, simpático, educado e superempreendedor. Sem contar que é um amante da alta gastronomia e das boas bebidas.

A continuidade da “genética” da Aux Tuileries está garantida. A filha de Eduardo, Maria Antonia Guinle, é estilista e fotógrafa. Além de manterem viva a tradição de sua família, ela e o pai perpetuam outra marca de seus antepassados: a elegância.

 

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