A república tecnológica | Conheça o manifesto sobre o futuro tecnopolítico do Ocidente

2 minutos

2 minutos

Em A República Tecnológica, dois dos maiores pensadores da tecnologia oferecem saídas ao Vale do Silício e um manifesto sobre os rumos do Ocidente

Quais são os rumos dos avanços tecnológicos atuais? Essa é uma das perguntas centrais de A república tecnológica. 

Alexander Karp — cofundador da Palantir e o “Melhor CEO de 2024” segundo a The Economist — lidera uma das maiores empresas de fornecimento tecnológico para governos e forças de defesa mundo afora. No entanto, esse fato nunca o impediu de ser um grande precursor do debate sobre a importância de defender os valores ocidentais na era da inteligência artificial. 

Para os autores de A República Tecnológica, o potencial da tecnologia, nos dias atuais, tem sido majoritariamente voltado à recompensa de um engajamento superficial. Engenheiros e fundadores criam aplicativos de fotos e algoritmos de marketing, tornando-se, sem querer, recipientes para as ambições alheias. 

A complacência, portanto, tomou conta da verdadeira inovação, nas universidades, na política e nos escritórios. O resultado é uma geração inteira que tem como objetivo principal atender às demandas do capitalismo, deixando de lado o potencial para criar verdadeiras inovações que resolvam problemas sociais reais. 

Em A República Tecnológica, os autores abrem espaço para uma crítica contundente à cultura ocidental da complacência: para que os Estados Unidos e seus aliados mantenham sua vantagem global — e preservem as liberdades que consideram garantidas —, o setor de software deve renovar seu compromisso de enfrentar desafios mais urgentes, incluindo a nova corrida armamentista da inteligência artificial.

Ao mesmo tempo iconoclasta e rigoroso, a obra é um apelo para que o Ocidente desperte para sua nova realidade. É um livro essencial para quem busca entender como a tecnologia está remodelando a geopolítica e como podemos garantir que ela seja usada para fortalecer, e não corroer, os alicerces da sociedade.

Traduzido por André Fontenelle e Renato Marques, A República Tecnológica chega às livrarias no dia 2 de maio. Você já pode garantir o seu exemplar em pré-venda.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LEIA TAMBÉM

Leia mais Notícias

De Pripyat e o desastre de Chernobyl, na Ucrânia, a Fordlândia, no Brasil: você precisa conhecer essas cidades-fantasmas
No segundo volume da duologia “Jogos perversos”, Genevieve Grimm precisa fazer alianças perigosas para enfrentar um jogo mortal
Riley Sager está de volta com “Desconhecido”, um thriller macabro repleto de mistérios e reviravoltas
“Não se apaixona, não” aborda saúde mental, as dúvidas e os medos em um relacionamento e a coragem para viver um amor saudável pela primeira