Richard Osman traz uma dupla de detetives improvável para resolver uma série de crimes ao redor do mundo em O nosso negócio é crime
Depois de nos apresentar aos vovôs detetives mais queridos da literatura na série O Clube do Crime das Quintas-Feiras – com direito a adaptação pela Netflix –, Richard Osman está de volta com O nosso negócio é crime.

Na obra, conhecemos Steve Wheeler, um ex-policial que, após 25 anos de serviço, resolveu aproveitar a tão merecida aposentadoria no pacato vilarejo de Axley. Ele até aceita fazer algumas investigações para resolver uma extorsão aqui, um sumiço de cachorro ali, mas o que aprecia mesmo são seus queridos hábitos e rotinas: o quiz toda quarta no pub, seu banco favorito perto do lago, seu gatinho à espera em casa…
Os dias de aventura ficaram no passado. Hoje em dia, é a nora, Amy, quem ganha a vida imersa na adrenalina.

Amy Wheeler realmente acredita que a adrenalina faz bem para a alma. Ao contrário do sogro, ela não finca raízes por tempo o suficiente em lugar algum para estabelecer hábitos ou rotinas. No momento, por exemplo, Amy está em uma ilha particular fazendo a segurança de Rosie D’Antonio, autora de suspenses mundialmente famosa, o que tem tudo para ser um trabalho bem tranquilo.
Ao se deparar com um cadáver, uma bolsa cheia de dinheiro e um assassino persistente, no entanto, Amy se vê obrigada a acabar com a vida mansa de Steve e convocá-lo para entrar em ação.
É aí que o sogro relutante e a nora corajosa formam uma nova dupla icônica — e improvável — de detetives que embarcam em uma verdadeira volta ao mundo para combater o crime. Mas será que eles conseguirão ser mais espertos que um inimigo mortal? Amy está ansiosa para descobrir (Steve, nem tanto).
Traduzido por Jaime Biaggio, O nosso negócio é crime chega às livrarias no dia 2 de abril. Você já pode garantir o seu exemplar em pré-venda.