Austin sonha em vencer o US Open, um dos principais torneios de tênis do mundo. Tão perto de seu objetivo e enfrentando seus maiores medos, agora ele precisa lidar com seu maior rival, Diego Cruz, o segundo melhor jogador de tênis do mundo e possível grande amor da sua vida.
Em agosto, chega às livrarias um romance de esporte LGBTQIA+ perfeito para fãs de Vermelho, branco e sangue azul e Rivais. Abrindo o jogo se passa em meio a um dos principais torneio de tênis do mundo, o US Open. Austin e Diego são oponentes que, ao longo dos dias do torneio, se tornam amigos (e talvez um pouco mais que isso), mas sem esquecer que estão em rumo ao mesmo objetivo.
Assumido desde a adolescência, Austin Hardy praticamente nunca precisou esconder que era gay. Só que, ao conseguir uma vaga para o US Open, sua primeira grande chance como tenista profissional, ele se torna o primeiro homem abertamente queer a participar de um Grand Slam, o que faz com que, de repente, sua sexualidade se torne um assunto de destaque.
Em pouco tempo, os comentários maldosos e as manchetes sobre Austin começam a pipocar, e, por conta de uma crise de ansiedade, o jovem sofre uma queda feia durante um treino. Se isso já não fosse o suficiente para desestabilizá-lo, ele ainda por cima cai bem ao lado do segundo melhor jogador do mundo: Diego Cruz, um homem muito lindo, muito talentoso e (aparentemente) muito hétero.
Diego o ajuda e os atletas iniciam uma amizade. No entanto, entre possíveis flertes, sinais ambíguos e a ameaça de um confronto decisivo pairando sobre os dois no torneio, essa nova relação pode se tornar um problema. Afinal, os rivais compartilham o mesmo sonho no esporte, e nenhum deles está disposto a facilitar para o outro. Em apenas alguns dias, com o peso da representatividade em seus ombros e a pressão (dentro e fora de quadra) cada vez mais difícil de suportar, Austin vai precisar entender se, além do título, ele finalmente pode ter a chance de conquistar um grande amor.

Em seu romance de estreia, Edward Schmit desenvolve uma trama sensível sobre saúde mental, ansiedade e representatividade no esporte.
Com uma abordagem realista sobre questões mentais, Abrindo o jogo mergulha no mundo do tênis e da rivalidade entre amigos, ou talvez até mais que amigos.
Traduzido por Guilherme Miranda, Abrindo o jogo chega às livrarias no dia 3 de agosto, mas você já pode garantir o seu exemplar em pré-venda!
