Agosto chegou e a Intrín está a todo vapor! Separe um espacinho na estante: entre romances picantes, contos inspirados pelas músicas de Taylor Swift e jogos que desafiam a lógica, as novidades deste mês prometem conquistar você. Venha conferir quais livros entrarão na sua lista de desejos!
Nada é por acaso, de Lynn Painter [Tradução: Alessandra Cavalli Esteche]
Alguém pediu mais histórias de rainha dos romances?
Em Nada é por acaso, Lynn Painter, autora de Melhor do que nos filmes, Patinando no amor e Confusões do amor, está de volta ao mundo dos romances adultos para contar a história de Izzy e Blake!
Izzy acabou de conseguir o emprego dos seus sonhos, mas, logo no seu primeiro dia, está atrasada, porque a fila da cafeteria onde decidiu dar uma passadinha está enorme. Aflita e esperando por seu pedido, a jovem escuta a barista chamar por uma tal de “Amy” várias vezes e sem resposta. Com pressa para não chegar tarde, ela faz o impensável: pega o latte da cliente desaparecida, afinal esse era exatamente o seu pedido e ela já até tinha pagado por ele, a única diferença era seu lugar na fila…
No entanto, quando está prestes a ir embora, Izzy acidentalmente esbarra no cara mais atraente que ela já viu e derruba todo o seu café nele. Apesar da situação constrangedora, a química entre eles é inegável e a conversa flui lindamente. O encontro inesperado tinha tudo pra ser um clichê quase perfeito… exceto por um detalhe: na hora de se despedir, ele diz: “Então acho que nos vemos amanhã, Amy.”
O cara bonitinho tinha entendido tudo errado e agora, por culpa dela, achava que seu nome era “Amy”… Como ela explicaria essa situação?
Achando que as coisas não poderiam ficar piores, Izzy chega ao escritório e dá de cara com ele novamente. O que acontece é que, na verdade, ele era Blake Phillips, o vice-presidente da empresa e o líder do seu departamento.
E aí, será que um latte roubado vai acabar no relacionamento dos sonhos ou em uma relação de trabalho conturbada?
13 histórias de amor, Lynn Painter e outras autoras [Tradução: Beatriz D’Oliveira e Nathália Dimambro]
Em livro de contos inspirados pelas músicas de Taylor Swift, treze autoras de sucesso reúnem-se para transformar hits em histórias sobre amor, amizade e amadurecimento!
Taylor Swift é conhecida por suas letras cheias de confissões que fazem quem a escuta sentir que está lendo o próprio diário da cantora. Suas músicas abordam sentimentos e questões que atravessam a vida de todos nós em algum momento. Afinal, quem nunca ouviu um hit da loirinha e pensou “Ela escreveu essa música pensando em mim!”?
Se você está vivendo o seu primeiro amor, passando por um término complicado, descobrindo a importância de uma amizade verdadeira ou as dificuldades de amadurecer, 13 histórias de amor tem a história perfeita pra você!
Lynn Painter, autora de Melhor do que nos filmes, Jesse Q. Sutanto, autora de Disque T. para titias, Sara Shepard, autora de Pretty Little Liars, e 10 outras escritoras incríveis se inspiraram em músicas como “Love Story”, “Style”, “Begin Again” e muitos outros hits da carreira da loirinha para criar histórias cativantes e encantadoras.
Léa não é a culpada #2, de Zoé Ash
Depois do sucesso de Léa não é a culpada #1, o segundo volume dessa série de investigação imperdível chega com um novo crime ainda mais instigante a ser desvendado!
A famosa cantora de ópera Hélène Vasseur foi encontrada morta em seu camarim no meio da madrugada. A porta estava trancada, mas, por debaixo dela, foi passado um bilhete anônimo misterioso. Na penteadeira, havia uma lista com milhares de suspeitos e apenas 13 pistas para levar ao verdadeiro culpado do assassinato.
No segundo volume da série, que combina investigação e lógica, o leitor deve riscar nomes e arrancar páginas com a ajuda das pistas para descobrir o culpado, eliminando os 40 mil suspeitos pelo crime! Indicado para os fãs de Detetive, Murdle e A mandíbula de Caim, o livro-jogo é a pedida perfeita para quem busca se desconectar das telas e treinar o olhar.
Amanhã eu morri sozinho, de Lucas Barros
Em seu romance de estreia, o criador de conteúdo literário, Lucas Barros, entrega uma história sobre luto, descobertas e família.
Em Amanhã eu morri sozinho, Caetano, um garoto do interior de Pernambuco escuta, aos sete anos, que criança sem pai é filho do diabo e, a partir desse momento, passa a ser perseguido por uma obsessão: pensar na morte o tempo inteiro.
Assim, solitário e enfrentando um dia a dia de violências e dúvidas, o menino cresce cheio de perguntas que não consegue responder: quanto do seu sofrimento é consequência da rejeição paterna, do corpo que tem, do jeito que é?
Repleto de personagens complexos e profundos, Lucas Barros narra a vida de um garoto, que abandonado pelo pai ainda muito cedo, precisa descobrir razões para continuar, mesmo carregando o peso da ausência.
Abrindo o jogo, de Edward Schmit [Tradução: Guilherme Miranda]
Romance de esporte LGBTQIAPN+? Temos por aqui!
Em Abrindo o jogo, Austin Hardy é o primeiro homem abertamente gay a participar do US Open, o torneio de tênis mais importante dos Estados Unidos. Em pouco tempo, os comentários ruins da internet e as matérias da imprensa começam a surgir, gerando crises de ansiedade que culminam em uma queda durante o treino. Para piorar, o tenista acaba caindo bem ao lado do segundo maior jogador da atualidade: Diego Cruz.
Comprovando que, além de lindo, ainda é simpático, o atleta ajuda Austin a se levantar, e os dois desenvolvem uma amizade. Contudo, entre possíveis flertes e a ameaça de um jogo decisivo entre os dois no torneio, o relacionamento é posto à prova.
Diego e Austin compartilham o amor pelo esporte e não estão dispostos a abrir mão da vitória. Ao longo da competição, vivendo a pressão dentro e fora das quadras, o jovem vai se deparar com a missão de conquistar o título de campeão e, claro, um grande amor!
Perfeito para os fãs da série Rivalidade Ardente, o romance entre esses dois tenistas talentosos promete entregar amadurecimento, tensão sexual e uma história de amor digna da maior competição de tênis de suas carreiras!
Nos telhados de Paris, de Katherine Rundell [Tradução: Marina Vargas]
Nesta premiada obra da autora best-seller Katherine Rundell, uma menina considerada órfã descobre o significado da amizade!
Em Nos telhados de Paris, primeiro título da autora publicado pela Intrínseca, Sophie é encontrada no dia do seu aniversário de um ano flutuando em um estojo de violoncelo no Canal da Mancha após um naufrágio. As investigações concluíram que nenhuma mulher sobreviveu ao incidente, mas a menina tem certeza de que se lembra da mãe viva, pedindo ajuda no mar.
É com isso em mente que Sophie e seu guardião, Charles, viajam para Paris para investigar por conta própria o paradeiro da mãe da menina. Já na Cidade Luz, a jovem conhece Matteo, um menino órfão que vive pelos telhados de Paris e que decide ajudá-la a encontrar a mãe.
Liberte sua mente, de Nir Eyal [Tradução: Cláudia Mello Belhassof]
E se o único obstáculo entre você e seu potencial for aquilo em que acredita?
Neste guia inspirador, o autor explica como trocar crenças limitantes — aquelas que nos distanciam dos nossos sonhos — por crenças libertadoras, capazes de nos motivar. Partindo do princípio de que acreditar é o primeiro passo para alcançar nossos objetivos, Nir Eyal e Julie Li demonstram, por meio dos estudos mais recentes da neurociência e da psicologia, como funciona a nossa mente e a importância de tentarmos reprogramá-la.
Liberte sua mente apresenta métodos práticos e objetivos para nos desvencilharmos das crenças que nos limitam. Seja qual for a sua meta, você poderá usar as ferramentas ensinadas para dominar os três poderes da crença (atenção, antecipação e agência) e descobrir de que forma cada um deles pode te ajudar a ir mais longe.
Pessoas boas, de Patmeena Sabit [Tradução: Débora Landsberg]
A família Sharaf chegou aos Estados Unidos apenas com as roupas do corpo, mas, depois de anos de muito trabalho e dedicação, vive numa mansão em um bairro prestigiado. Contudo, após uma tragédia inimaginável, surgiram boatos de que, a portas fechadas, a família estivesse longe de ser perfeita.
Será que os Sharaf conquistaram o sonho americano? Ou a imagem de família imigrante modelo era apenas uma fachada?
Contado a partir de diversos pontos de vista no estilo de um true crime, Pessoas boas é uma história cativante e provocadora que nos faz refletir sobre quem realmente merece ser chamado de família.
A todo vapor, de Dan Wang [Tradução: Renata Guerra]
Em A todo vapor, o especialista em tecnologia Dan Wang combina análises políticas, econômicas e filosóficas com investigações jornalísticas e constrói um novo e ousado panorama para compreendermos os sucessos e as fragilidades da China, o que também nos ajuda a enxergar melhor os Estados Unidos.
Enquanto a China tornou-se o país da engenharia, que desenvolve megaprojetos em diversas áreas, os Estados Unidos estagnaram, transformados em uma sociedade legalista que recusa qualquer mudança. Com análises perspicazes e narrativa envolvente, o autor traça paralelos entre as duas superpotências e oferece um retrato da complexa nação asiática, que, apesar do crescimento vertiginoso das últimas décadas, lida com falhas da engenharia social, como vigilância excessiva de minorias étnicas, repressão ideológica e traumas das políticas do filho único e da covid-zero.