A GUERRA DE CHURCHILL

Em uma narrativa comovente e dramática, Hastings oferece uma biografia definitiva de um dos mais importantes líderes da Grã-Bretanha. Em 1940, após uma campanha desastrosa na Noruega e a consequente queda do então primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Neville Chamberlain, cresce entre os britânicos o sentimento de que o país precisava ser liderado por um guerreiro. É […]

CARTAS PARA CAMONDO

Uma trágica história familiar marcada pelo nazismo, narrada a partir do incrível legado deixado pelo patriarca O conde Moïse de Camondo morava a algumas casas dos Ephrussi, antepassados de Edmund de Waal. Os Camondo foram banqueiros originários de Constantinopla que compraram terrenos na rua de Monceau, em 1869, tal qual outras famílias abastadas, muitas delas […]

Oppenheimer

As notas de fim, a bibliografia e o índice remissivo da edição física deste livro estão disponíveis gratuitamente em formato digital no site da editora. Oppenheimer é a primeira biografia completa do “pai da bomba atômica”. J. Robert Oppenheimer foi o brilhante e carismático físico que liderou os esforços para desenvolver uma arma nuclear em […]

Arte da fuga

Abril de 1944. Após viver e testemunhar imensuráveis sofrimentos, observar tentativas fracassadas de fuga de companheiros e se preparar bastante, o adolescente Rudolf Vrba — que na época ainda se chamava Walter Rosenberg — tornou-se um dos primeiros judeus a escapar de Auschwitz e abrir caminho para a liberdade. Ele seria um dos únicos a […]

COMO SER UM DITADOR

Nenhum ditador consegue governar valendo-se apenas de medo e violência. O poder nu e cru pode ser conquistado e mantido por um tempo, mas nunca é o suficiente a longo prazo. É preciso que o povo aclame a figura do tirano para que ele consiga se perpetuar no comando. No século XX, à medida que novas tecnologias permitiam que os líderes levassem a própria imagem e voz para dentro dos lares, observamos o nascimento de um fenômeno sociopolítico: o culto à personalidade, muito explorado por alguns ditadores para alcançar a ilusão de aprovação popular e com isso prescindir de um processo eleitoral legítimo. Dessa forma, centenas de milhões de pessoas foram condenadas a um entusiasmo compulsório, obrigadas a reverenciar os respectivos líderes mesmo enquanto eram conduzidas à servidão.
Em seu estudo, Frank Dikötter revisita a trajetória de oito ditadores do século passado e a máquina de propaganda que fomentou o culto em torno de suas figuras — de Hitler e Stalin a Mao Tsé-tung e Kim Il-sung. Com desfiles cuidadosamente coreografados e uso deliberado de censura para manter a mortalha de mistério ao seu redor, esses homens trabalharam incansavelmente a própria imagem e encorajaram a população a glorificá-la, perpetuando uma forma de controle que, de certo modo, foram aprendendo uns com os outros e com a história. Em um momento de retrocessos tão flagrantes da democracia em todo o mundo, estaríamos presenciando o renascimento dessas mesmas técnicas entre alguns dos líderes mundiais de hoje? Vladimir Putin, Viktor Orbán e Xi Jinping estariam bebendo da mesma fonte?
Oportuno, com uma linguagem acessível e baseado em ampla pesquisa histórica, Como ser um ditador examina como um governo totalitarista se consolida, cresce e se sustenta. E, sobretudo, coloca o culto à personalidade no lugar a que sempre pertencerá: no próprio âmago da tirania.

O INFINITO EM UM JUNCO

Um livro sobre a evolução dos livros, um passeio pela trajetória desse artefato fascinante que inventamos para que as palavras pudessem ser transportadas pelo espaço e pelo tempo: O infinito em um junco conta a história desse objeto desde sua criação, milênios atrás, passando por todos os modelos e formatos que testamos ao longo da jornada humana.
A obra de Irene Vallejo é também sobre viagens e diferentes lugares. Uma rota com paradas nos campos de batalha de Alexandre, o Grande, e na Vila dos Papiros sepultada pelas lavas do Vesúvio, nos palácios de Cleópatra e na cena do crime de Hipátia, nas primeiras livrarias e nas oficinas de cópia manuscrita, nas fogueiras em que eram queimados códices proibidos, no gulag, na Biblioteca de Sarajevo e no labirinto subterrâneo de Oxford no ano 2000. Um fio que une os clássicos ao mundo contemporâneo, conectando-os aos debates atuais: Aristófanes e os processos judiciais contra os humoristas, Safo e a voz literária das mulheres, Tito Lívio e o fenômeno dos fãs, Sêneca e a pós-verdade.
Acima de tudo, esta é uma fabulosa aventura coletiva protagonizada por milhares de pessoas que, ao longo do tempo, protegeram e tornaram o livro possível: contadores de histórias, escribas, iluminadores, tradutores, vendedores ambulantes, professores, sábios, espiões, rebeldes, freiras, aventureiros; leitores de todos os cantos, nas capitais onde se concentra o poder e nas regiões mais remotas, onde o conhecimento se refugia em tempos de caos. Pessoas comuns cujos nomes muitas vezes são apagados da história; gente que salva essas fontes de memória, os verdadeiros protagonistas desta obra.

O MOSQUITO

Por que o gim-tônica era o drinque preferido dos colonizadores britânicos na Índia e na África? A qual elemento a rede Starbucks deveria creditar seu domínio global? Qual foi o fator determinante para a ruína das Cruzadas? Por que a Escócia cedeu sua soberania para a Inglaterra? Qual foi a arma secreta de George Washington durante a Revolução Americana?
A resposta para essas e muitas outras perguntas passa por um fator extremamente mundano: o mosquito.
O mosquito conduziu o destino de impérios e nações, destroçou economias e foi decisivo em inúmeras guerras cruciais da nossa história. Também foi responsável pela morte de 52 bilhões de pessoas no mundo até agora. Na condição de maior exterminador conhecido, o mosquito — acompanhado pelo flagelo de inú¬meras doenças, incluindo malária, febre do Nilo Ocidental, zika, dengue e febre amarela — desempenhou um papel indiscutível ao delinear a história da humanidade com maior prevalência do que qualquer outra criatura viva que já dividiu o planeta conosco.
Repleto de insights surpreenden¬tes em uma narrativa vigorosa, O mosquito narra a incrível saga do reinado do mosquito em meio à história humana e seu impacto indelével na ordem mundial contemporânea.

O ÚLTIMO DUELO

No século XIV, em plena Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra, Jean de Carrouges, um cavaleiro normando recém-chegado das batalhas na Escócia, volta para casa e se depara com mais uma ameaça mortal. Sua esposa, Marguerite, acusa o escudeiro Jacques Le Gris — um velho amigo e companheiro de corte do cavaleiro — […]

BAHIA DE TODOS OS NEGROS

O estado da Bahia abrigou uma das maiores confluências de negros escravizados do Brasil colonial, junto com Rio de Janeiro e Pernambuco. Nenhum outro, porém, tem a herança africana tão flagrante em sua cultura e população. O que teria acontecido, sobretudo na capital, Salvador, de diferente dos demais lugares brasileiros que também passaram pelo processo […]

O homem mais feliz do mundo

Mais do que judeu, Eddie Jaku sempre se considerou alemão. Ele sentia orgulho do seu país natal. Mas, em novembro de 1938, tudo mudou: dez nazistas invadiram sua casa e o espancaram quase até a morte. Naquela noite, que ficou conhecida para sempre na história como a Noite dos Cristais, Eddie foi preso e levado […]