Em Roma, um Caravaggio desaparece do altar de uma igreja barroca, no Travestere, sem deixar pistas. Em Paris, no porão da Sociedade Malevitch, a curadora Geneviève Delacloche está transtornada pelo desaparecimento de uma das obras mais polêmicas do século XX: Branco sobre Branco, do suprematista russo Kasimir Malevitch, o maior tesouro da instituição. E, em Londres, a última aquisição de um grande museu some horas depois de ser arrematada em um leilão da Christie’s.
Os carabinieri pedem ajuda ao investigador de arte Gabriel Coffin, dono de impressionante currículo e cujas relações profissionais o ligam a instituições acadêmicas e a seguradoras. Geneviève Delacloche, uma das mais renomadas conhecedoras de arte russa do mundo, conta com o auxílio de uma dupla de inspetores da polícia francesa. Eles deparam com uma trilha de pistas que se revela um intrincado quebra-cabeça. Harry Wickenden, representante da velha guarda da investigação britânica na New Scotland Yard, é escolhido para mediar negociações com os autores de um dos roubos em Londres.
Com O ladrão de arte, Noah Charney arquiteta uma rede atordoante de interesses e desvios de telas milionárias dissimuladas com a engenhosidade dos grandes falsários. O autor explora os locais insuspeitos de compra e venda onde os verdadeiros amantes da pintura apostam tudo, e não medem esforços para conquistar e manter os objetos de sua obsessão.
