SILO ENTRE OS CLÁSSICOS

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Para o astrofísico Adam Riess, a saga Silo, de Hugh Howey, já está entre os grandes clássicos de ficção científica modernos. O cientista elencou a obra como uma de suas favoritas, juntamente com trabalhos de autores como Arthur C. Clarke, Isaac Asimov, Carl Sagan e Ray Bradbury. Todos os trabalhos mencionados por Riess possuem uma característica em comum: são histórias plausíveis, apesar de fantásticas.

Em Silo, o leitor encontrará um mundo devastado e coberto por gases tóxicos, onde os últimos sobreviventes da humanidade resistem em um enorme refúgio subterrâneo regido por regras e punições extremas. O espaço limitado exige um controle populacional rígido, no qual cada nascimento deve ser precedido de uma morte, e os casais concorrem em uma loteria pela chance de engravidar.

Crimes não são tolerados e os infratores são mandados para fora, para a limpeza – são eles os responsáveis pela manutenção das câmeras que trazem as únicas imagens disponíveis do mundo externo: uma colina salpicada de cadáveres, com uma cidade arruinada ao fundo. Além disso, sempre que alguém é mandado para a limpeza um feriado é estabelecido, com o intuito de anuviar a condenação à morte do infrator.

Nessas ocasiões, muitos habitantes viajam pela escada em espiral que liga os 144 níveis do silo para ter uma visão melhor do mundo exterior. Os andares são divididos de acordo com suas funções. A delegacia e a prefeitura ficam no topo, juntamente com um enorme refeitório e os telões que mostram o exterior. A TI encontra-se nos níveis intermediários e é a responsável pela comunicação entre todos os habitantes da comunidade. Fazendas hidropônicas e alas médicas distribuem-se entre os vários andares. Por fim, no subsolo fica a mecânica, que mantém tudo funcionando.

Como se pode notar, Howey criou um universo complexo e totalmente factível dentro da proposta da série. Não é à toa que até um astrofísico como Adam Reiss rendeu-se a essa história fascinante.

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