A incessante busca pelos criminosos do Terceiro Reich

Sete décadas após o fim da Segunda Guerra, a história pode finalmente ser contada

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Em novembro de 1945, o mundo parou para acompanhar o início da série de julgamentos que definiria o destino de 24 pessoas acusadas de participar direta e indiretamente dos crimes cometidos pelo Terceiro Reich. No que ficou conhecido como Julgamentos de Nuremberg, representantes do alto escalão nazista receberam duras penas, como forma de alertar o mundo das consequências de uma atrocidade como aquela promovida por Hitler e seus aliados durante a Segunda Guerra Mundial.

Ainda que 13 dos acusados tenham recebido penas capitais e muitos outros fossem condenados à prisão perpétua, alguns envolvidos aproveitaram a brecha entre o suicídio de Hitler e o início do cerco para fugir da Alemanha. Em busca de justiça e motivados a fazer com que todos os criminosos do Holocausto pagassem pelo que fizeram, os caçadores de nazistas entraram em ação e passaram a procurar por rastros desses fugitivos em todas as partes do mundo.

Seguindo pistas e denúncias, dedicaram anos de suas vidas a capturar e punir os nazistas que se espalharam, principalmente, pela Europa e pela América. Foram anos de buscas com casos de sucesso – como a captura e julgamento de Adolf Eichmann e Rudolf Höss – e outros em que, apesar dos esforços, os fugitivos jamais foram encontrados – como ocorreu com o Anjo da Morte, Josef Mengele.

Sete décadas após o fim da Segunda Guerra, essa grande caçada pode finalmente ser contada. A impressionante história é retratada no livro Caçadores de nazistas, que chega às livrarias a partir de 5 de agosto.

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