DO SUBSOLO PARA O ESTRELATO

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Quando Hugh Howey se sentou para escrever a história de uma sociedade pós-apocalíptica totalitária vivendo em um silo subterrâneo, não pensava na fama ou na possibilidade de sua obra virar filme. Ele escrevia por paixão e usava um site de autopublicação em que vendia os contos on-line por 99 centavos. No entanto, quando passou a vender 10 mil cópias das aventuras de ficção científica por mês, acabou chamando a atenção de grandes editoras nos Estados Unidos.

Logo, propostas de contratos de publicação começaram a aparecer. Só que Hugh não estava interessado em perder os lucros que obtinha com a autopublicação e recusou todas as ofertas. Algumas delas, mais de uma vez. Enquanto isso o autor, por intermédio de uma agente literária, passou a fechar contratos de publicação para outros países e teve os direitos para uma adaptação cinematográfica adquiridos pelo diretor Ridley Scott, de Blade Runner, o Caçador de Androides e Alien, o Oitavo Passageiro. Por fim, Hugh fechou contrato com a Simon & Schuster, que lhe fez uma proposta considerando apenas a publicação de livros impressos.

Em Silo, uma civilização sobrevive há gerações em 144 níveis de um enorme silo debaixo da terra, uma vez que a superfície terrestre tornou-se inabitável. Nessa realidade claustrofóbica, a curiosidade deve ser dominada, as conversas, aquietadas, e as suposições, punidas. A obra, que faz parte de uma série, será publicada pela Intrínseca em março.

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