As fases do medo com Five Nights at Freddy’s: Olhos prateados

Nossa editora assistente mostra a escala do medo ao trabalhar com Five Nights at Freddy’s: Olhos prateados

3 minutos

3 minutos

Por Marcela de Oliveira Ramos *

(Fonte)

Acho que sou a pessoa mais medrosa do mundo: tenho pavor de trem fantasma, passo longe de filmes de terror (quando vou ao cinema, as pessoas se assustam mais com meus gritos do que com os monstros), e quando fico em casa sozinha deixo todas as luzes acesas. Então, é claro que fui a escolhida para cuidar da produção de Five Nights at Freddy’s: Olhos prateados.

Até que fiquei animada com toda essa ideia de testar meus limites, confrontar meus medos e rir na cara do perigo. Embarquei com tudo! Eu sabia que tiraria de letra, afinal, o que poderia haver de tão aterrorizante em uma história sobre uma pizzaria abandonada com bonecos animatrônicos do tamanho de pessoas de verdade?????

Tudo começou com o jogo, Five Nights at Freddy’s. A princípio parece tranquilo, são apenas câmeras de segurança filmando a pizzaria vazia, à noite. O design é retrô, e o jogador não tem muito o que fazer, apenas fechar a porta e acender a luz. Mal sabia eu que essa combinação era mais assustadora do que um psicopata com uma serra elétrica. Essa coisa de ficar parada só olhando, o silêncio, o escuro… quando eu menos esperava…

Olar.

Sem contar todas as teorias da conspiração por trás do jogo… Que história é essa de assassinatos misteriosos dentro da pizzaria? Crianças desaparecidas? Mas como assim os clientes começaram a sentir cheiro podre vindo dos bonecos??????

Já vi que vai ser ótimo!

Comecei o livro! Logo na primeira cena tem perseguição, sangue, fliperamas velhos e um golpe de gancho.

Mas tudo bem! Aquilo foi só um sustinho pra criar um clima. A história mesmo começa com um grupo de adolescentes se reunindo para a cerimônia em homenagem ao amigo que morreu dez anos antes num incidente dentro da Pizzaria Freddy Fazbear’s. E o que esses jovens bonitos, estilosos e inteligentes resolvem fazer? Voltar à pizzaria abandonada para investigar, claro.

Também achei uma ótima ideia!

Lá dentro, vocês acham que os amigos encontram o quê? Pizza de calabresa saindo do forno?

Eles encontram terror, escuridão, poeira, mofo, brinquedos quebrados e… bonecos assassinos.

E aí começou meu verdadeiro desespero. A pizzaria escondia vários mistérios. Cada porta trancada era um susto diferente. Aqueles bonecos sinistros me fizeram repensar toda a minha infância. E, claro, o grupo, como bons jovens em perigos, só sossegou quando o completo caos estava instaurado.

Passei todo o período da produção do livro andando assim pela editora:

E cada vez que alguém me chamava para falar qualquer coisa, meu coração parava. 

“Marcela, vamos almoçar?”

Mas se você me perguntar o que achei de tudo isso, vou responder apenas:

MANDA MAISSS

As revelações finais são surpreendentes e a história toda é muito emocionante!

Principalmente para quem ficou com a pulga atrás da orelha com os mistérios do jogo. 

Se virei fã de histórias de terror? Vamos dizer apenas que fiquei fascinada por essa pizzaria aterrorizante e pelo que esses bonecos monstruosos são capazes de fazer!

 

*Marcela de Oliveira Ramos é editora assistente de livros jovens da Intrínseca, adora gifs e, curiosamente, desde que trabalhou em Five Nights at Freddy’s: Olhos prateados nunca mais pôs os pés numa pizzaria.

 

Respostas de 6

  1. Larissa Costa disse:

    Meu Deus. Nunca ri tanto e me interessei ao mesmo tempo por um post.
    Acho que te amo Marcela! Hahaha

  2. Que medaaa!!!!

  3. Fernanda Fernandes disse:

    Amei!!!! Mas sei que nunca terei coragem de ler… Até hoje tenho medo do Chuck

  4. Eu tenho o livro e já li ele até o final! Amei a postagem, morri de rir lendo isso! Fiquei sabendo que em junho vai sair a sequência desse livro lá na EUA! Já quero em kkkk

  5. Eu morro de medo de fnaf, principalmente o 4 “arrepios”

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

LEIA TAMBÉM

Leia mais Notícias

Nova ficção de Míriam Leitão aborda a ascensão de regimes autoritários e a violência contra a mulher.
Evento de lançamento e sessão de autógrafos do livro “Não se apaixona, não”, de Isabela Freitas, no Rio de Janeiro
Em "É só amizade", acompanhamos a história de Blair e Declan, amigos de infância que se reencontram anos depois de uma tragédia e precisam lidar
Prepare sua lista de livros desejados e venha conferir os lançamentos que chegam pela Intrínseca em outubro