Explore os ensinamentos da filosofia estoica diariamente

Diário estoico chega às livrarias em 3 de janeiro

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Diário estoico: 366 lições sobre sabedoria, perseverança e a arte de viver chega às livrarias em 3 de janeiro

Como encontrar propósito na vida? Como lidar com nossas emoções e superar as perdas? A filosofia dos estoicos pode nos dar as respostas para essas perguntas.

Nesta abordagem prática à filosofia estoica, Ryan Holiday e Stephen Hanselman oferecem um guia para cultivarmos, dia após dia, a arte de viver. Ao apresentar uma seleção primorosa de citações de estoicos ilustres como Sêneca, Epicteto e Marco Aurélio, os autores nos instigam a expandir nossa compreensão do mundo e a nos permitir experimentar novas maneiras de agir e pensar — prática fundamental para vivermos melhor, uma vez que, segundo esses filósofos, a maior parte das adversidades que enfrentamos não é provocada pelos acontecimentos em si, mas pela forma como os percebemos e lidamos com eles.

As lições desses sábios da Antiguidade disponíveis nesta obra vão nos ajudar a reavaliar nossas percepções e atitudes, além de nos motivar a desenvolver a força e a resiliência para navegarmos com serenidade pelas imprevisibilidades da vida. Afinal, a instabilidade é inerente à experiência humana, e, neste ponto, a filosofia dos estoicos nos fornece um bastião para nos mantermos firmes diante das intempéries.

Diário estoico traz uma meditação para cada dia do ano acompanhada por comentários perspicazes que contextualizam e elucidam os ensinamentos dos filósofos, além de exercícios e provocações que vão incentivar os leitores a modificar sua forma de pensar e agir. Também conta com um glossário bastante elucidativo de termos gregos e uma lista de leituras recomendadas para quem pretende se aprofundar no tema. Um guia acessível que apresenta às novas gerações a sabedoria milenar dos estoicos de forma descomplicada e instigante. Já em pré-venda.

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Respostas de 2

  1. Roberto Guttler disse:

    Filodofia nunca pode ser classificada ckmo autoajuda. Matou a obra.

  2. Roberto Guttler disse:

    Filodofia nunca pode ser classificada como autoajuda. Matou a obra.

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