Fernando Scheller

Para fechar esse ciclo, retorno aqui ao começo. Deixo meu “até logo” com as palavras que abrem O amor segundo Buenos Aires.
Sei que é insano, mas é essa busca que me move. A procura por uma época em que existiu amor em Cabul.
a vida fora das telas de Hollywood é assim: um dia, de repente, deixa de ser perfeita, de ser fácil.
Fazer escolhas e desapegar de boas ideias que não fazem sentido em uma narrativa é um bom ponto de partida.
Objetos podem ser um testamento da vida de alguém. De como somos atemporais e, ao mesmo tempo, datados.
Nada melhor do que uma boa história. E Laços de Ternura certamente venceu o teste do tempo.
Estávamos ambos aqui. Só havia uma diferença: ele ainda era o mesmo e eu, outra.
Há duas oportunidades no cinema para reencontrar Buenos Aires sem sair do Brasil.
Elena Ferrante, com todo o sucesso que atingiu, abriu mão da fogueira das vaidades.
...É a melhor coisa que pode nos acontecer.