Leticia Wierzchowski

Não existe amor sem vontade e sem o esforço contínuo da vontade.
Olhou o livro órfão e sorriu: há sempre alguém perdendo alguma coisa em algum lugar deste mundo.
Os sonhos que embalam reencontros e romances
O trabalho manual guarda em si um recanto no qual os pensamentos dão voltas junto com a linha e transcendem.
Triste lembrar que houve um tempo, quando estive morando fora, que eu sonhava com Porto Alegre.
Graças à literatura, todos aqueles que escrevem e leem podem enganar a vida real, engrandecê-la, transmutá-la.
Letícia Wierzchowski escreve sobre os mistérios e diferenças entre o dia e a noite
As pessoas odeiam demais. Eu sei, estamos vivendo tempos difíceis.
A vida cotidiana no Brasil tem nos obrigado ao eterno exercício da desconfiança — e não estou falando das polêmicas facebookianas e palacinas.
Parece que tudo precisa ser perfeito. Assim como sentir tristeza hoje em dia virou uma espécie de doença, errar também virou sinal de desamor.